Minha Loja

Mostrando postagens com marcador Para ler. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Para ler. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de março de 2012

Clipe Felicidade - Marcelo Jeneci




Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz.
Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz.
Se chorar, chorar é vão porque os dias vão pra nunca mais.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Livro da vez... "Desculpa, quero me casar contigo", Federico Moccia


"Alex e Niki continuam perdidamente apaixonados um ano depois de voltarem da viagem à ilha Blu onde, entre juras de amor eterno, viveram dias inesquecíveis. Ao voltar, Alex começa a pensar sobre a possibilidade de pedir Niki em casamento, só que ele não faz a menor ideia de como vai fazer isso. 
Entre o estranhamento da volta à realidade e os sentimentos intensos de amor e paixão, Niki e Alex percebem que, diante de novos desafios, poderão ter de enfrentar uma difícil pergunta - 'O amor pode durar para sempre?'."
Vamos ver o que me aguarda... Rsrs


Acabei de ler..."A casa dos budas ditosos"


"Embora o tema seja sexo, não é propriamente um livro erótico. É um livro devasso.Traz a tona outros assuntos como liberdade sexual, papel da mulher na sociedade, preconceitos sociais e sexuais... isso tudo, presumivelmente, nos anos 40! Se ainda hoje as façanhas dessa libertina deixam os leitores escandalizados, imagina como era nos anos 40.
Esse é o tipo de livro que  divide opiniões: chocante, irônico, instigante, excitante, envolvente, impertinente, engraçado, baixo. ousado... um tapa nos conservadores. O importante é saber que ninguém passa ileso e indiferente à franqueza rara deste relato e nem ao seu humor corrosivo..."
É recomendado a todos que tenham cabeça feita e maturidade para ler o conteúdo desse indiscreto buraco da fechadura. No mínimo, boas risadas são garantidas com os ensinamentos de Norma Lúcia- aliais, Norma Lúcia, eis aqui uma fã- e com as tramoias de sedução da baiana para conquistar seu professor casado. É bem divertido!"
Confesso, que até o último minuto, ou melhor, até o último parágrafo do livro a dúvida estava na minha cabeça... Será que este relato realmente é verídico? É muuuuita "história" para uma pessoa só (Rsrs)... Ainda mais uma mulher, nos anos 40... Bem, a verdade é que provavelmente nunca iremos saber se, de fato, o relato é ou não verídico. 
Vale lembrar: Quem se choca com facilidade deve ser chocado mais vezes!!!  Rsrs


"Faço tudo o que me dá na cabeça, não quero saber de limitações. Eu não pequei contra luxúria. Quem peca é aquele que não faz o que foi criado para fazer. Eu fiz o que Ele me criou para fazer."

"Cada instante é um, comparar é impossível. Na verdade, minha vida tem apenas um denominador comum, que é o fato de eu tê-la dedicado basicamente à satisfação saudável de minha luxúria. Tenho orgulho, grande orgulho disso,  como já devo ter deixado transparecer. Tudo em escala grandiosa assume grandiosidade. Creio firmemente que é o meu caso, não consigo vê-lo de outra forma, senão com orgulho. Agradeço muito a Deus, por Ele me ter dado a força, a determinação, a inteligência e a coragem para levar adiante o dom que recebi de nascença, digo isto com devoção, os burros não acreditam, os inteligente vêem logo que é verdade. Eu nasci com o dom que Deus me deu e honrei esse dom, diferente de muitos outros talvez quase todos. Ele fez a parte d'Ele, e eu fiz a minha, como ordena o Livro.Então eu tenho esse denominador comum, que é muito forte, muito singular, até porque, se a maioria das pessoas é mesmo como eu, a imensa maioria dessa maioria nunca conseguiu fazer um milésimo do que eu fiz. Não, não há como comparar nada, todo tempo tem sua individualidade. Como este que estou vivendo..."

"Minha solução também dependeu um pouco de sorte, se bem que, se ela não tivesse aparecido, eu a encontraria por outro caminho..."

"O limite é a memória!"

"Minhas paixões não são doentes, convivem perfeitamente bem e é por isso que não morrem como as outras, só morrem quando eu as deixo de regar, porque resolvi deixar de regar..."

"...Não seria tão bom se eu seguisse as prescrições, mas eu não dou a menor importância a quase nenhuma delas, ajo como sempre agi minha vida toda. Blasfemo nada, até agradeço. Faço tudo que me dá na cabeça, não quero saber de limitações. Eu não pequei contra a luxúria. Quem peca é aquele que não faz o que foi criado para fazer. E eu fiz o que Ele me criou para fazer. Não quero entender nada. Quero acreditar, mas não posso ter certeza, não se pode ter certeza de nada, que Deus me terá em sua Glória sei que Ele agora está rindo."
FIM

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

As Verdadeiras Mulheres Felizes... (São os Homens...Rsrs)

Acabo de ler um livro de Eliette Abecassis, uma francesa que eu não conhecia.O nome da obra, no original, é Un Heureux Événement, que pode ser traduzido para Um Feliz Acontecimento, mas é um título irônico, pois o livro trata sobre o fator que, segundo a autora, destrói as relações amorosas: o nascimento de um filho. Num tom exageradamente desesperado, a personagem narra o fim do seu casamento depois que dá à luz. Concordo que a chegada de uma criança muda muita coisa entre o casal, mas a escritora carrega nas tintas e cria um quadro de terror para as mães de primeira viagem. Se o nascimento de um filho é sempre desconcertante, é preciso lembrar que é, ao mesmo tempo, uma emoção sem tamanho.

De minha parte, só tenho bons momentos a recordar, nada foi dramático.


Mas mesmo que, por experiência própria, eu não compartilhe com a desolação da autora, ainda assim ela diz no livro uma frase muito interessante. Ao enumerar as diversas mazelas por que passam as criaturas do sexo feminino, ela me veio com esta:


"Os homens são as verdadeiras mulheres felizes"


Que os homens saem pela porta de manhã e vão trabalhar sem pensar se os filhos estão bem agasalhados ou se fizeram o dever da escola.


Os homens não menstruam, não têm celulite, não passam por alterações hormonais que detonam o humor.


Os homens não se preocupam tanto com o cabelo e não morrem de culpa quando não telefonam para suas mães.


Os homens comem qualquer coisa na rua e o cardápio do jantar não é da sua conta, a não ser quando decidem cozinhar eles próprios, e isso é sempre um momento de lazer, nunca um dever.


Os homens não encasquetam tanto, são mais práticos.


Porque nosso mal é este: pensar demais.


Nós, as reconhecidas como sensíveis e afetivas, somos, na verdade, máquinas cerebrais.


Alucinadamente cerebrais.


Capazes de surtar com qualquer coisa, desde as mínimas até as muito mínimas.


Somos mulheres que nunca estão à toa na vida, vendo a banda passar, e sim atoladas em indagações, tentando solucionar questões intrincadas, de olho sempre na hora seguinte, no dia seguinte, planejando, estruturando, tentando se desfazer dos problemas, sempre na ativa, sempre atentas, sempre alertas, escoteiras 24 horas.


Os homens, mesmo quando muito ocupados, são mais relax.


Focam no que têm que fazer e deixam o resto pra depois, quando chegar a hora, se chegar. Não tentam salvar o mundo de uma tacada só.


E a chegada de um filho, ainda que assuste a eles, como assusta a todos, é algo para se lidar com calma, é um aprendizado, uma curtição, nada de muito caótico.


Eles não precisam dar de mamar de duas em duas horas, não ficam fora de forma, não enlouquecem. Isso é uma dádiva: os homens raramente enlouquecem.


Nós, nem preciso dizer. Nascemos doidas.


Por isso somos tão interessantes, é verdade, mas felicíssimas, só de vez em quando, nas horas em que não nos exigimos desumanamente.


Homens, portanto, são realmente as verdadeiras mulheres felizes.


Que isso sirva de homenagem aos queridos, e sirva pra rir um pouco de nós mesmas, as que se agarram com unhas e dentes ao papel de vítimas porque ainda não aprenderam a ser desencanadas como eles.


Martha Medeiros 


E esse texto, me lembrou essa imagem... Simples assim!!! Rsrs

"A pior vontade de viver" - Amei o texto!!!


Lendo "Doidas e Santas"de Martha Medeiros, me deparei com este texto que  se desenvolve a partir de uma frase de Clarice Lispector, de quem eu sou Super fã... 
A frase inicialmente nos parece negativa, mas Martha Medeiros, mostra um outro lado muito mais interessante de entendermos e traduzirmos,o que Clarice realmente queria dizer com essas palavras... Simplesmente adorei!!!

"A pior vontade de viver "


"Ela é complexa, angustiante, subjetiva e intensa. Ela, a pior vontade de viver. A que não está disposta a negociar com a vontade dos outros.Todos são tão compreensivos, aceitam tão bem suas escolhas, torcem por tudo o que você faz, não é mesmo? Desde que você faça o que está no script. Que siga o que foi determinado no roteiro, aquele que foi escrito sabe-se lá por quem e homologado no instante mesmo em que você nasceu. Mas e quem não quiser seguir este script?


Clarice Lispector, que entendia de subversões emocionais, morreu há 30 anos e recebeu uma justa homenagem na última terça-feira, no Teatro Renascença, numa performance dirigida pelo incansável Luciano Alabarse e para o qual fui convidada, mas não pude participar. Em função deste evento, estive pensando muito em Clarice e lembrei de como ela descreveu, certa vez, o sentimento de um personagem: "Seu coração enchera-se com a pior vontade de viver". Ela é complexa, angustiante, subjetiva e intensa. Ela, a pior vontade de viver. A que não está disposta a negociar com a vontade dos outros. No entanto, esta que foi chamada de a "pior" vontade pode ser também uma vontade genuína e inocente. É a vontade da criança que ainda levamos dentro, entranhada. É o desejo de açúcar, de traquinagem, de fazer algo escondido, de quebrar algumas regras, de imitar os adultos. A "pior" vontade é curiosa, quer observar pelo buraco da fechadura e depois, mais ousadamente, abrir a porta e entrar no quarto proibido. A "pior" vontade é a de não se enraizar, não assinar contrato de exclusividade, não firmar compromisso, não render-se às vontades fixas, apenas às vontades momentâneas, porque as fixas correm o risco de deixar de serem vontade para se transformarem em vaidade - como se sabe, há sempre aqueles que se envaidecem da própria persistência. A "pior" vontade não quer ganhar medalha de honra ao mérito, não quer posar para fotografias, não quer completar bodas de ouro nem ser jubilada. A "pior" vontade não faz a menor questão de ser percebida, ela quer ser realizada. É quando você sabe que não deveria, mas vai. Sabe que não será fácil, mas enfrenta. Sabe que tomarão como agressão, mas arrisca. Anote: apenas sentem-se agredidos aqueles que te invejam. A vontade oficial, a vontade santinha, a que não causa incômodo é a outra, a aprovada pela sociedade, a que não leva em conta o que vai no seu íntimo, e sim a opinião pública. É a vontade que todos nós, de certa forma, temos de mostrar para os outros que somos felizes, sem saber que para conseguir isso é preciso, antes, ter a "pior" vontade, aquela que faz você descobrir que ser feliz é ter consciência do efêmero, é saber-se capaz de agarrar o instante, é lidar bem com o que não é definitivo - ou seja, tudo. É com esta "pior" vontade de viver que você atrai os outros, que seu magnetismo cresce, que seu rosto rejuvenesce e que você fica mais interessante.


É uma pena que nem todos tenham a sorte de deixar vir à tona esta que Clarice Lispector chamou de a pior vontade de viver, que, secretamente, é a melhor."
Martha Medeiros

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Livros da vez...

Já havia começado a ler os dois, e parei para ler algum outro, mas agora, vai... 
Doidas e Santas é leve e divertido, com várias crônicas curtinhas, cada uma melhor que a outra...
Enquanto "A casa dos Budas Ditosos", é totalmente diferente... Trata-se de um depoimento sócio-histórico-lítero-pornô, e deveria se chamar "Memórias de uma Libertina", como descrito no livro... Já dá para imaginar do que se trata... Estou adorando!!!

Terminei de ler e já estou com saudades...


No final de semana terminei de ler "Desculpa se te chamo de Amor". Confesso que ainda dei uma enrolada para concluir a leitura, mas não tinha mais como adiar. O que eu sei é que já estou sentindo muita falta de Alex, Niki e de todo mundo...
 Estou super ansiosa para ler a continuação "Desculpa, quero me casar contigo", e torcendo para que seja tão bom quanto "Desculpa se te chamo de Amor"...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Mude...



Mude
Mas comece devagar, 
porque a direção é mais importante 
que a velocidade. 
Sente-se em outra cadeira, 
no outro lado da mesa. 
Mais tarde, mude de mesa. 
Quando sair, 
procure andar pelo outro lado da rua. 
Depois, mude de caminho, 
ande por outras ruas, 
calmamente, 
observando com atenção 
os lugares por onde 
você passa. 
Tome outros ônibus. 
Mude por uns tempos o estilo das roupas. 
Dê os teus sapatos velhos. 
Procure andar descalço alguns dias. 
Tire uma tarde inteira 
para passear livremente na praia, 
ou no parque, 
e ouvir o canto dos passarinhos. 
Veja o mundo de outras perspectivas. 
Abra e feche as gavetas 
e portas com a mão esquerda. 
Durma no outro lado da cama. 
Depois, procure dormir em outras camas. 
Assista a outros programas de tv, 
compre outros jornais, 
leia outros livros, 
Viva outros romances! 
Não faça do hábito um estilo de vida. 
Ame a novidade. 
Durma mais tarde. 
Durma mais cedo. 
Aprenda uma palavra nova por dia 
numa outra língua. 
Corrija a postura. 
Coma um pouco menos, 
escolha comidas diferentes, 
novos temperos, novas cores, 
novas delícias. 
Tente o novo todo dia. 
o novo lado, 
o novo método, 
o novo sabor, 
o novo jeito, 
o novo prazer, 
o novo amor. 
a nova vida. 
Tente. 
Busque novos amigos. 
Tente novos amores. 
Faça novas relações. 
Almoce em outros locais, 
vá a outros restaurantes, 
tome outro tipo de bebida 
compre pão em outra padaria. 
Almoce mais cedo, 
jante mais tarde ou vice-versa. 
Escolha outro mercado, 
outra marca de sabonete, 
outro creme dental. 
Tome banho em novos horários. 
Use canetas de outras cores. 
Vá passear em outros lugares. 
Ame muito, 
cada vez mais, 
de modos diferentes. 
Troque de bolsa, 
de carteira, 
de malas. 
Troque de carro. 
Compre novos óculos, 
ecscreva outras poesias. 
Jogue os velhos relógios, 
quebre delicadamente 
esses horrorosos despertadores. 
Abra conta em outro banco. 
Vá a outros cinemas, 
outros cabeleireiros, 
outros teatros, 
visite novos museus. 
Mude. 
Lembre-se de que a Vida é uma só. 
Arrume um outro emprego, 
uma nova ocupação, 
um trabalho mais light, 
mais prazeroso, 
mais digno, 
mais humano. 

Se você não encontrar razões para ser livre, 
invente-as. 

Seja criativo. 
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, 
longa, se possível sem destino. 
Experimente coisas novas. 
Troque novamente. 
Mude, de novo. 
Experimente outra vez. 
Você certamente conhecerá coisas melhores 
e coisas piores, 
mas não é isso o que importa. 
O mais importante é a mudança, 
o movimento, 
o dinamismo, 
a energia. 
Só o que está morto não muda!"

Edson Marques

Minhas aspas



“Sempre conservei uma aspa à esquerda e à direita de mim” 
Clarice Lispector... 
E eu...(Rsrs)


Desde o dia em que li esta frase da Clarice Lispector, decidi que precisava urgentemente me colocar "entre aspas" ... 
Na verdade, acho que todo mundo conserva realmente uma aspa  invisível à esquerda e à direita... Mas, como eu sou muito decidida, discreta e também muito direta, decidi mostrar as minhas aspas para o Mundo!!! Adorei o resultado!!!
E, como eu  não  gosto de   número  ímpar  (A Louca Assumida!!!Rsrs), aproveitei e  além   desta, fiz outra, que eu também amei o resultado!!!
 Depois eu posto foto aqui no Blog...

  


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Coisas di Pano.. Indicado no Fernandicas, de Fernanda Mello!!!

FERNANDA MELLO:


Para ler: 
Do incrível Rubem Alves: “ O Retorno e Terno”. Lá está escrito, entre tantas frases lindas: “Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar". Perfeito! 

Para ouvir: 
AMO! Nando Reis, na voz da perfeita Cássia Eller: http://www.youtube.com/watch?v=jOowmbyhZnk. 

Para usar a cor certa na virada do ano: 
Se você (como eu) também adora um ritual de ano novo, é bom saber qual o significado das cores que você vai vestir, para atrair o que deseja em 2012: Significado das cores para o reveillon 2012.

Para ficar mais saudável (e em forma): 
Quer receitas com açúcar mascavo ligth da Nutricêutica? Acessehttp://nutriceutica.com.br/receitas-acucar-mascavo?___store=default .

Para curar a ressaca: 
Muitas festas nesse final de ano? Para aliviar a ressaca, vai uma receita de suco super gostoso e desintoxicante: 1 maça média descascada, meia cenoura descascada, 1 talo pequeno de aipo, suco de uma laranja. Para preparar, só picar a maça, a cenoura e o aipo e bater tudo no liquidificador com suco de laranja ou água de coco. 

Para refletir: 
“O que é seu encontrará um caminho para chegar até você”. (ditado chinês) 

Dicas de leitores:
Blog fofo da Fernanda Tavares Rocha: Coisas di Pano.


Para anotar no caderninho:
“O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso”. (Mário Quintana).




Corações... Eles já estão enfeitando a árvores de Natal...





 "... Uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi. E desde logo desejando você, esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteira, com a alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, espararei quanto tempo for preciso..."
 Clarice Lispector



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Esse era o texto que eu estava procurando para Hoje!!!

 Fantasmas do Passado

É sempre assim. Quando passava algum tempo, quando ela fingia que não se lembrava dele, ele cismava em aparecer.
Ela já estava quase acostumada a viver sem ele em seus pensamentos... Já não era nele que pensava enquanto rolava de um lado para o outro sem conseguir dormir. Já não era ele a primeira imagem que vinha à sua mente quando acordava.
Estava se curando, sim, ela sabia. Não que ela tivesse deixado de pensar nele, mas isso acontecia com bem menos frequência. A imagem dele já não estava tão nítida como antes. Pensar nele dóia um pouco ainda, mas não fazia surgirem lágrimas em seus olhos. Apenas um aperto leve no coração, que ela já nem ligava.
Sim, estava passando. Se sentia feliz por estar conseguindo!
Como a pobre menina odeia esses fantasmas do passado! Fantasmas sim, pois ela já o considerava morto dentro dela... Mas ele tinha que vir assombrá-la?! Justo agora?!
Coitada dela, quase se rendeu. Mas lembrou, que todo amor que tinha depositado nesse fantasma, virou amor próprio.